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Paratudo
- Essencia pesquisada por Patricia do Carmo Teixeirae fabricada e comercializada pela Nona Essência. Esta essencia pode ser pedida por email: [nadirvilela@nonaessencya.com.br]
Segue o capitulo do livro "Mulher essencial" publicado pela editora Rocco em 2005 de autoria de Patricia Teixeira e Julia
Cruvinel.:
"...Como a essência floral do Paratudo surgiu 
Há algum tempo, quando
eu, Patrícia, escolhia o tema da monografia para o curso de Especialização em Terapia
Floral, percebi que poderia ser mais proveitoso se o assunto se referisse a situações que estivessem próximas a
mim. Neste período minha filha estava entrando na puberdade e eu no climatério. Para entender mais sobre essas fases da mulher e saber como conduzir tudo isto de uma forma mais
harmônica, resolvi aprofundar-me no assunto e focar a pesquisa nesta temática, os ciclos de vida da
mulher. Fui desencorajada por uma orientadora: “afinal, você não é médica!”. Mas pensei: “sou
mulher!”, e resolvi ir em frente. Ao terminar a pesquisa, meus mestres me sugeriram que a transformasse num
livro. Gostei da idéia e fui em frente, uma vez que poderia
ajudar outras mulheres que estivessem na mesma fase.
>Adaptei os
textos, dando a eles um formato de livro, porém o tempo ia passando e eu sempre achava que faltava
algo, percebi que estava procrastinando, talvez por medo, receio de não ser boa o
suficiente, insegurança. Sempre arranjava uma desculpa. Resolvi, então, ir para o campo e preparar uma essência floral para
mim.
Comecei a andar no cerrado e procurar uma flor, a minha flor! Andei quase uma manhã
inteira, o sol já estava quente e eu pensava em desistir, quando me aproximei de uma cerca para poder
descansar, apoiando-me sobre os fios. Divagava naquele instante, quando senti uma tremenda vontade de olhar para trás, como se algo estive me
chamando. Foi aí que avistei a flor, a minha flor! De imediato fui ao seu encontro e logo percebi que era “ela”, a flor que tanto
procurava. Comecei a observá-la, senti que ela irradiava uma beleza singular, algo que me deixou naquele momento
maravilhada. Bateu uma sintonia entre o meu momento e o que a flor expressava. Ao fitá-la com mais
atenção, percebi
que no centro dela a cor predominante era o vermelho, depois passando para o laranja até chegar ao
amarelo. A sua forma era de uma mandala. Relacionei as cores ao chakras básicos.
Percebi, então, que as folhas tinham o formato de lanças e sua cor passava do vermelho para o
laranja. E, então, a surpresa: na ponta de cada uma dessas folhas tinha uma minúscula flor
amarela. O amarelo irradia luz e onde há luz não há lugar para as trevas, para o
medo. Além disso, o amarelo da flor é da cor do ouro, que traz a abundância. A cor do terceiro chakra também é
amarela, que trabalha a procrastinação, o medo de ir à luta. Preparei imediatamente a essência da flor e comecei a
tomá-la. Em pouco tempo voltei a “engrenar” novamente e o que vinha adiando há um longo
período, agora era realidade. Descobri o nome da flor. Popularmente ela é conhecida como Paratudo ou Perpétua – é uma flor nativa do
cerrado. O fitoterápico do Paratudo ou Ginseng do Cerrado - sua raiz é muito parecida com a do ginseng - é muito conhecido pelas pessoas do
interior. Usado principalmente como tônico, ele é também útil na cura de várias
enfermidades, o que justifica o seu nome. Usei não só em mim como nos
familiares, amigos e alunos dos meus cursos de Terapia Floral. Percebi que o seu efeito é principalmente o de
direcionar, agilizar e concentrar. Seis meses depois estava lançando o meu
livro, exatamente no dia 8 de março de 2002.
O Paratudo
(Gomphrena officinalis) é uma planta que floresce no verão, entre os meses de novembro a
março, dependendo da região. No inverno perde a parte aérea. Possui folhas verdes e
vermelho-alaranjadas, as chamadas folhas diferenciadas.
A essência do Paratudo resgata a capacidade que todos nós temos de lutar e
brilhar, direcionando nossos caminhos, ajudando a resgatar nossa força interior. Ela trata a
procrastinação, o “deixar para depois” que fica nos incomodando, que nos estressa e não nos deixa
caminhar. Resgata a nossa missão de vida e, conseqüentemente, a nossa
motivação. Livra-nos das tarefas e dos caminhos que não nos servem, das “teias de aranha” nas quais nos emaranhamos e não conseguimos
sair. Coloca-nos novamente nos trilhos que nos leva a realizar nosso propósito de
vida.
Há cinco anos os efeitos do Paratudo vêm sendo testados em
alunos, clientes e outras pessoas que se dispõem a colaborar com a pesquisa. Muitos são os casos
registrados, mas escolhemos apenas alguns que refletem com mais intensidade o efeito de direcionamento da
essência:
“Sílvia era uma mulher submissa e
tímida. Após tomar a essência do Paratudo, transformou-se. No trabalho, repreendeu um colega muito chato que a importunava a todo momento com brincadeiras
inconvenientes. Em relação ao chefe, mostrou-se mais decidida, quando ele tentou pressioná-la para voltar a trabalhar no turno da
manhã. Ela teria que largar o curso que estava fazendo de terapias alternativas. Porém, ela o enfrentou e disse que não mudaria o
horário, pois já tinha assumido compromisso pela manhã. Demonstrou-se mais
extrovertida, conversando mais e atenta aos acontecimentos à sua volta.”
“Roberta era sempre pontual no
trabalho. Nunca negava um serviço. Estava sempre saindo mais tarde, executando suas tarefas e as dos colegas “espertos”. Sentia-se exausta no final do dia, mas não
reclamava. Sua mesa vivia lotada de serviço. Tomou o Paratudo e após alguns dias começou a
reagir, colocando os limites nos relacionamentos no escritório. Ao receber mais uma leva de
tarefas, recusou imediatamente, dizendo ao seu superior que estava sendo explorada e que jamais iria executar o serviço de
ninguém, somente o seu. O seu chefe ficou surpreso, mas logo concordou que ela estava com a
razão, pois ele também não se sujeitaria
àquele trabalho todo, enquanto outros ficavam conversando.”
“Fábia, moça sensível e
delicada, era oficial de justiça. O pai, juiz de direito, queria que ela fizesse concurso para a
carreira. Atendendo à vontade paterna, ela inscreveu-se num cursinho. Mas não estava
feliz: não tinha a mínima vontade de estudar. Começou, então, a fazer o curso de florais
e, logo no início, tomou o Paratudo. Alguns dias depois, percebeu que não tinha o perfil para a carreira que o pai havia escolhido para ela e resolveu sair do
cursinho, apesar de já ter pago. Optou, também, por deixar o emprego e voltar a
estudar. Seu sonho: ser psicanalista.
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